PT O PARTIDO QUE NÃO SABE GOVERNAR- O ÚLTIMO ATO
A presidente Dilma, na solidão do Palácio da Alvorada, deveria assistir ao filme "O Último Ato ", protagonizado por Al Pacino, e que está sendo exibido nos canais pagos.
A história é sobre a vida de um ator em decadência que não tem amigos, filhos ou parentes para dividir as suas agruras. Em sua derradeira atuação, por um distúrbio qualquer, fica do lado de fora do teatro e não consegue entrar em cena, barrado pelo porteiro que não o reconhece como ator, por estar caracterizado com roupas maltrapilhas. O filme é adaptação do sugestivo "A humilhação", do escritor Philip Roth.
E o que a presidente Dilma tem a ver com isto? Tem a ver com a situação humilhante imposta por Lula e seus companheiros que boicotam a presidente, insatisfeitos com o fraco desempenho do governo em todas as áreas, e com a incapacidade de Dilma controlar a Polícia Federal, o Ministério Público, a Justiça, hoje avalizados pela imensa maioria do povo brasileiro que deseja vê-la fora do poder.
A presidente resiste, aplicando curativos em feridas abertas e infeccionadas que só poderão ser curadas com antibióticos ou amputação dos membros.
No dia 13 de março, a população estará nas ruas e, agora, como na campanha das "Diretas Já", com a participação dos partidos políticos de oposição que se utilizarão dos fundos partidários para incentivar o movimento e, mais uma vez, colocar a presidente na iminência de ser afastada do cargo.
Dilma poderia se espelhar no caso do ex-presidente Collor. Acusado de participação em atos de corrupção, Collor, em sua trincheira para se manter no poder, convidou ilustres brasileiros para ajudá-lo a superar a crise, entre eles Fernando Henrique Cardoso, que não aceitou o convite.
Alguns entraram para o ministério chamado de ético, como Jarbas Passarinho, Jorge Bornhausen, Célio Borja, Celso Lafer, Helio Jaguaribe entre outros, que embarcaram na canoa furada, e, sem dúvida, colaboraram para a governabilidade do país até a posse de Itamar Franco que, com sua correção de princípios, mudou o país.
A presidente, se ainda tiver a coragem da jovem guerrilheira, aproveitando o momento da união da maioria do povo que quer mudanças, poderia abandonar a arca de Lula e buscar, entre brasileiros de conceito ilibado e reconhecida habilidade política, para auxiliá-la a superar a crise que se aprofunda a cada dia.
E o que fazer com o Partido dos Trabalhadores, com os partidecos que o apóiam, com a turba que depreda bens públicos e privados, com os condenados e presos, e com os fanáticos seguidos de Lula? Mandá-los para a oposição onde poderão combater com vigor, os desacertos, a corrupção, os políticos, e tudo o mais que, quando no poder, praticam com desenvoltura.
O nosso "Último Ato", que não é ficção, está próximo de cerrar as cortinas.
A presidente Dilma, na solidão do Palácio da Alvorada, deveria assistir ao filme "O Último Ato ", protagonizado por Al Pacino, e que está sendo exibido nos canais pagos.
A história é sobre a vida de um ator em decadência que não tem amigos, filhos ou parentes para dividir as suas agruras. Em sua derradeira atuação, por um distúrbio qualquer, fica do lado de fora do teatro e não consegue entrar em cena, barrado pelo porteiro que não o reconhece como ator, por estar caracterizado com roupas maltrapilhas. O filme é adaptação do sugestivo "A humilhação", do escritor Philip Roth.
E o que a presidente Dilma tem a ver com isto? Tem a ver com a situação humilhante imposta por Lula e seus companheiros que boicotam a presidente, insatisfeitos com o fraco desempenho do governo em todas as áreas, e com a incapacidade de Dilma controlar a Polícia Federal, o Ministério Público, a Justiça, hoje avalizados pela imensa maioria do povo brasileiro que deseja vê-la fora do poder.
A presidente resiste, aplicando curativos em feridas abertas e infeccionadas que só poderão ser curadas com antibióticos ou amputação dos membros.
No dia 13 de março, a população estará nas ruas e, agora, como na campanha das "Diretas Já", com a participação dos partidos políticos de oposição que se utilizarão dos fundos partidários para incentivar o movimento e, mais uma vez, colocar a presidente na iminência de ser afastada do cargo.
Dilma poderia se espelhar no caso do ex-presidente Collor. Acusado de participação em atos de corrupção, Collor, em sua trincheira para se manter no poder, convidou ilustres brasileiros para ajudá-lo a superar a crise, entre eles Fernando Henrique Cardoso, que não aceitou o convite.
Alguns entraram para o ministério chamado de ético, como Jarbas Passarinho, Jorge Bornhausen, Célio Borja, Celso Lafer, Helio Jaguaribe entre outros, que embarcaram na canoa furada, e, sem dúvida, colaboraram para a governabilidade do país até a posse de Itamar Franco que, com sua correção de princípios, mudou o país.
A presidente, se ainda tiver a coragem da jovem guerrilheira, aproveitando o momento da união da maioria do povo que quer mudanças, poderia abandonar a arca de Lula e buscar, entre brasileiros de conceito ilibado e reconhecida habilidade política, para auxiliá-la a superar a crise que se aprofunda a cada dia.
E o que fazer com o Partido dos Trabalhadores, com os partidecos que o apóiam, com a turba que depreda bens públicos e privados, com os condenados e presos, e com os fanáticos seguidos de Lula? Mandá-los para a oposição onde poderão combater com vigor, os desacertos, a corrupção, os políticos, e tudo o mais que, quando no poder, praticam com desenvoltura.
O nosso "Último Ato", que não é ficção, está próximo de cerrar as cortinas.

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