O depoimento de Carvalho foi realizado no no dia 10 de dezembro no âmbito da Lava Jato, apesar de o ex-ministro de Dilma ter seus sigilos bancário e fiscal quebrados pela Justiça Federal em outro inquérito, no âmbito da Operação Zelotes, que apura um afano de mais de R$ 19 bilhões através do Conselho de Administração de Recursos Federais, o Carf. O Carf é um órgão do Ministério da Fazenda responsável por julgar os recursos de multas e outras punições fiscais contra empresas ou pessoas físicas, por sonegação e outras infrações fiscais e tributárias.
Indagado pela PF se “os fatos de corrupção na Petrobras” foram considerados para a troca do ministro Mário Negromonte (Cidades) ele afirmou que “formalmente não”.
“No caso de Mário Negromonte foi a ministra Ideli Salvatti quem acompanhou o desenrolar dos fatos que resultaram na exoneração de Mário Negromonte”, escreveu a PF.
Negromonte foi citado no âmbito da Operação Lava Jato pelo megadoleiro Alberto Youssef, um dos estopins do escândalo da roubalheira à Petrobras, assim como o próprio Gilberto Carvalho e Idelli Salvatti, outra ex-ministra do governo Dilma.

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